Cecília continuou sentada, esperando por sua amada, que caminhava indecisa até o bar, para contar tudo o que acontecera à sua amiga, Lúcia. Estava se sentindo feliz e um pouco estúpida pelas coisas que fizera. Por um instante pensou em sair de lá e não aparecer mais na vida de Eliza, esquecê-la, procurar por alguém da sua idade, mas logo desistiu pois se sentia muito apaixonada e acreditava em tudo o que Eliza lhe falava.
Chegando ao bar, Lúcia logo abordou a amiga:
- Aonde estava? O que aconteceu? Estava muito preocupada com você...
- Eu reconheci a garota que roubou o seu celular, estava ali fora conversando com ela.
- Como assim? A conhece de onde?
- Ah, uma longa história da minha vida, mas não se preocupe, você pegou o celular, né?
- Sim, ela deixou em cima do balcão antes de vocês saírem daquele jeito.
- Olha, eu preciso levar aquela pivete para casa, me desculpe te deixar aqui sozinha, mas ela está perdida, coitada.
- Como assim “coitada”? Ela é uma mini criminosa!
- Eu sei, por isso vou levá-la para casa... tenho dó porque tem problemas na família e eu prometo que vou ter uma boa conversa com ela.
- Essa história está muito estranha, mas tudo bem. Vai lá. Posso te ligar depois?
- Claro, obrigada e desculpa por tudo.
Por alguns segundos, Eliza vislumbrou aquele belo corpo que sempre lhe deixava excitada e quase desistiu de ir com a garota, para poder passar mais algumas horas ao lado dela, mas estava empolgada demais por ter reencontrado Cecília e os pensamentos luxuriosos com a menina “quase virgem” não davam descanso à sua cabeça.
Despediram-se com um longo e caloroso abraço.
*
Já na porta de entrada do apartamento de Cecília, Eliza hesitou:
- Seu irmão não está em casa? Acho que ele não ia gostar de me ver aqui.
- Não, ele foi pra praia com uns amigos idiotas. Não volta tão cedo, ainda bem.
- Por que você roubou só o celular da minha amiga e não pegou dinheiro nem nada?
- Eu queria tanto um celular igual àquele, quando vi ali, na mesa, nem pensei antes de pegar para mim.
- Mas isso não pode, Cecília... isso é crime! Alguém podia ter chamado a polícia e à uma hora dessas, já estaria presa... você não pensou nisso?
- Ah, linda, não vamos falar disso justo agora, não é? Vamos subir. – falou segurando a pelo braço e a levando para o apartamento.
Abriu a porta e Eliza se assustou com a cara maliciosa da garota. Não conseguiu resistir quando a viu tirando a blusa e o sutiã e deitando-se na cama. Foi para cima sem nem pensar, beijando-lhe os seios com força e arrancando as roupas que ainda restavam em seu corpo.
Eliza a tinha nas mãos como na primeira vez. A penetrou da mesma maneira e olhava fixamente para o rosto dela, os olhos, que estavam fechados de prazer. Sentia o gozo escorrer por entre seus dedos e desceu para chupar. Cecília gemia alto, sem medo de que algum vizinho pudesse ouvir. Eliza sugava aquela menina-mulher, que apertava a sua cabeça contra a vagina e gozava mais uma vez.
- A menina cresceu. – disse Eliza se aproximando e deitando-se ao lado dela na cama pequena.
- E você adorou.
Nada respondeu. Ficou apenas olhando a menina. Até que as duas pegaram no sono.
continua...

